Geek Publicitário é destaque no Prêmio Influenciadores Digitais

Por: Geek Publicitario

Em um evento que aconteceu ontem, dia 22, no auditório da Universidade Presbiteriana Mackenzie em São Paulo, o Geek Publicitário participou da cerimônia de premiação do Prêmio Influenciadores Digitais, e levou dois títulos pra casa.

Geek Publicitário é destaque na categoria Mídia e Comunicação

O Geek Publicitário foi eleito pelo voto popular e técnico um dos 3 melhores veículos na categoria Mídia e Comunicação, ficando ao lado de nomes que estão há anos no mercado, como Criatives e Brainstorm9. No entanto, houve ainda uma surpresa: inesperadamente nós levamos também o título de destaque no voto popular. Um prêmio extra que só um dos três ganhadores pode receber.

https://www.instagram.com/p/BJa5IP7ghzG/

“No último ano da faculdade eu criei o GKPB, simplesmente porque acreditava que eu poderia contribuir com uma visão diferente e que talvez pudesse até mesmo atrair algumas visitas. Mas jamais poderia imaginar tudo o que tem acontecido nos últimos 3 anos e meio, principalmente com a materialização disso tudo com o Prêmio Influenciadores Digitais. Eu não tenho palavras pra dizer o quão feliz estou.” afirmou Matheus Ferreira, fundador e editor-chefe do Geek Publicitário.

Influent Minds

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A cerimônia do Prêmio Influenciadores Digitais ainda contou com a primeira edição do Influent Minds. Um debate muito bacana sobre o tema “Até que ponto sua marca entende a força de comunicação dos influenciadores?”. Contando com a experiência de Fábio Porchat e outros grandes nomes do mercado.

Prêmio Influenciadores Digitais

O Prêmio Influenciadores Digitais é uma realização da revista Negócios da Comunicação e CECOM. A tecnologia de seleção é da A2ad. O Geek Publicitário só tem a agradecer a todo mundo. À organização, a vocês que votaram, o nosso mais sincero: muito obrigado!

Para saber mais sobre o Prêmio Influenciadores Digitais e conferir os demais vencedores das 17 categorias, acesse o hotsite da premiação clicando aqui.

Com amor, GKPB. <3
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Ascend P7 é a mais nova aposta da Huawei para o mercado Brasileiro

Por: Geek Publicitario

A partir de hoje a Huawei faz parte do nosso mercado de smartphones. A empresa chinesa que é responsável por muito do que temos em banda larga fixa e móvel, lança no Brasil o aparelho Ascend P7, que traz grandes evoluções para o ramo de telecomunicação.

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Fui representar o Geek Publicitário no lançamento do Ascend P7, que aconteceu na tarde de ontem (11). A Hauwei mostrou que não quer poupar dinheiro, antes e depois da apresentação foi servido comes e bebes que chegaram perto de ser um banquete, tudo para agradar a impressa e seus convidados.

A mediação do evento ficou por conta do grande Marcelo Tas, mas estavam também presentes o CEO da Huawei do Brasil, Jason Zhao, e Daniel Dias, gerente sênior. Enquanto Jason apresentou a empresa para os presentes, Daniel Dias cuidou de demonstrar o produto. O Ascend P7 é o novo lançamento da Huawei e ao que parece, vem para brigar com as grandes empresas fornecedoras de smartphones.

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Uma das coisas que chamará a atenção de muita gente é a câmera frontal de 8mp com lente não esférica, permitindo ao usuário que tire fotos panorâmicas, ótimo para fazer um groufie… Enquanto você se pergunta o que diabos é isso, eu explico: a criatividade da empresa é tamanha que já até inventaram um nome para a selfie em grupo, sim, se chamará “groufie” e nem adianta querer roubar o nome porque a Huawei já patenteou.

"Groufie" do Marcelo Tas - Divulgação
“Groufie” do Marcelo Tas – Divulgação

O fato é que a Huawei está empolgada para entrar no mercado aqui no Brasil, como o próprio Jason Zhao afirmou: “Estamos muito entusiasmados com o lançamento do Huawei Ascend P7 no Brasil.”, isso antes aprender sobre o nosso famoso “tijolão”, com Marcelo Tas.

Outro atrativo do Ascend P7 é seu valor, enquanto escutamos muitas reclamações dos milhões que precisamos gastar para ter um Iphone, o P7 chega hoje ao mercado brasileiro com o preço sugerido de R$ 1.499,00, certamente muito abaixo do que imaginamos para um celular desse porte.

Que porte? Antes que eu me esqueça, vou colocar aqui todo o factsheet do Ascend P7.

TELA

  • Tela de 5 polegadas in-cell
  • Resolução: Full HD 1920×1080, 445ppi
  • Formato 16:9
  • 16.7 milhões de cores
  • Corning Gorilla Glass 3

CÂMERA

  • Câmera traseira de 13 mp AF f/2.0
  • Resolução para foto: até 4160×3120
  • Sensor BSI da Sony de 4 geração
  • Lente esférica 5P
  • Obturador com ativação de voz
  • Fotos panorâmicas
  • Câmera frontal de 8 mp FF
  • Resolução para foto: até 3264×2448
  • Lente não esférica 5P
  • 10 níveis de melhoria facial automática
  • Selfie panorâmica (ou groufie)
  • Janela para o preview do selfie
  • Filtro infravermelho de vidro azul
  • Flash integrado
  • Ultra Snapshot (fotos em 1.2 segundos mesmo com telefone bloqueado)
  • Reprodução de vídeo 1080p
  • Formatos de arquivo: jpg (captura de imagem) e mp4 (gravações)

TAMANHO E PESO

  • 139.8mm (A) x 68.8mm (L) x 6.5mm (E)
  • Cerca de 124g

SISTEMA OPERACIONAL

  • Android 4.4.2 Kit Kat
  • Huawei Emotion UI 2.3 (um sistema que integra o Android e otimiza algumas funções do celular)

 PROCESSADOR

  • Chipset quad-core HiSilicon Kirin 910T 1.8 GHz
  • Mali450 GPU e tecnologia HPM de 28nm

BATERIA

  • Polímero de lítio de 250mAh
  • 404 horas em standyby (4G); 422 horas em standby (3G)
  • 14 horas de duração para conversas (3G); 22 horas de duração para conversas (2G)
  • 3.5 horas para carregar completamente

MEMÓRIA

  • – RAM: 2GB
  • – ROM: 16GB
  • – MicroSD: até 32GB

CONECTIVIDADE

  • Rede:
  • LTE Category 4: 50Mbit/s (UL), 150 Mbit/s (DL)
  • HSPA+: 5.76Mbit/s (UL), 42 Mbit/s (DL, suportada pela UMTS Band 1)
  • GPRS: 40 Kbps (UL), 60 Kbps (DL)
  • EDGE: 118,4 Kbps (UL), 236.8 Kbps (DL)
  • Bluetooth 4.0
  • WiFi 802.11 b/g/n
  • Suporte para NFC (Near Field Communication)

SENSORES

  • Acelerômetro
  • Sensor de proximidade
  • Sensor de luz ambiente
  • Compasso
  • Sensor G
  • Giroscópio

DISPONIBILIDADE DE CORES

  • Preto
  • Branco

Com tudo isso o valor de R$ 1.499,99 fica ainda mais atrativo, porém, acredito eu, que o mais difícil para a Huawei é garantir a confiabilidade que as outras empresas já têm na relação com seus consumidores.

Em um mercado onde uma média de R$ 1.500 passou a ser mais disputado, a Huawei tem uma briga boa pela frente.

O Geek Publicitário esteve no evento de lançamento Ascend P7 em São Paulo e traz este texto a você graças ao nosso parceiro Tadeu Elias.

Com amor, GKPB. <3
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Especial: Por dentro do GenoFuture Brasil 2014. O Fórum de Inovação em Life-Sciences da Intel que aconteceu SP

Por: Geek Publicitario

Aconteceu ontem, dia 17 de Setembro, o evento GenoFuture Brasil 2014 promovido pela primeira vez no Brasil pela empresa Intel. Vamos lá, esse post pretende falar sobre ciência, tecnologia e publicidade. Tudo junto e misturado.

A ideia do evento foi reunir os maiores nomes da área de pesquisa e desenvolvimento em genômica num auditório e, segundo o porta-voz da empresa, ouvir dos especialistas brasileiros quais são os desafios em termos de tecnologia que eles estão enfrentando em suas pesquisas. A Intel quer ouví-los, disse o diretor da divisão de Life Sciences da Intel.

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Primeiro, eu nem sabia que a Intel tinha uma divisão destinada a pesquisa, desenvolvimento e inovação em Ciências da vida. E mais, um dos palestrantes estrangeiros representando a empresa disse que isso é normal, toda empresa hoje em dia tem uma divisão de Life Sciences, incluindo gigantes de Wall Street como o banco de investimentos Goldman Sachs.

Até aí tudo bem, mas fiquei encafifado com o porque da Intel promover tal evento. Ah, eles são bonzinhos e se importam de verdade com o bem estar das pessoas. Pode ser um dos motivos, mas especulo que esse tenha sido também um evento publicitário. Vejam bem, para aqueles que sabem analisar bem uma estratégia publicitária, aqui vão algumas informações:

As ciências biológicas têm passado por um momento muito peculiar, a definição de novos paradigmas diriam os mais mimimis. Muito esforço foi feito nas últimas décadas no sentido de desvendar a estrutura da molécula de DNA e entender o código no qual as informações genéticas são codificadas e passadas de geração para geração.

Felizmente, muitas das limitações metodológicas dessa tarefa foram superadas e os chamados sequenciadores next generation permitem hoje o sequenciamento de amostras de DNA de forma relativamente simples e a custos cada vez mais baixos. Pra vocês terem ideia, estamos falando de R$1000 para sequenciar um genoma inteiro.

Existe uma pegadinha do malandro nesse cenário de filme de ficção científica: Os sequenciadores não entregam um genoma bonitinho todo montado e com grifos em marca-texto gritando onde estão os seus genes relacionados ao câncer e a probabilidade de você ter uma doença com P-value < 0.005. Sabe de nada inocente… Os arquivos gerados são similares a arquivos de texto compostos de milhões de sequências de aproximadamente 200 letrinhas ACT ou G. Só isso, sem mais. Um arquivo de texto de dezenas ou centenas de GB diga-se de passagem.

Com esses arquivos em mãos, cabe a bravos ciêntistas extrair informações dessa sopa de letrinhas e dar algum significado a essas sequências. Eram justamente os pesquisadores da área de Bioinformática que a Intel buscou atrair para o evento, e portanto, temos o público alvo muito bem delimitado.

Mas é um público bem reduzido, eu mesmo me questionei. Foi quando me apontaram o óbvio: Os pesquisadores cabeça de grande instituições de pesquisa brasileiras estavam ali e são eles, que com uma simples canetada (ok, nem tão simples no caso de instituições públicas) gastam centenas de milhares senão milhões de reais para construir a infra estrutura de storage e servidores que irão lidar com os PetaBytes de dados gerados nas pesquisas.

É legal frisar esses PETABYTES porque é muito dado minha gente. No slide da palestra de um pesquisador do Broad Institute ligado ao MIT e Havard, lia-se um gráfico comparativo de dados gerados em 2013 por diferentes empresas, e veja bem, Amazon e Facebook somados geraram menos dados do que o Broad Institute. E é claro, só perdendo para o gigante da tecnologia Google, que embora tenha gerado o dobro de dados, cresce em ritmo mais lento do que o do instituto de pesquisa. Ouvi risadas nesse último comentário do palestrante, mas eu fiquei foi é com medo…

Enfim, teve o público-alvo, teve os milhões R$, teve o advertising /o/

Não que precisasse, porque a marca intel estava em todo lugar do auditório, do crachá, dos slides. E para verbalizar o óbvio, quem é mesmo a empresa competidora da Intel? A…M… alguma coisa…risos

Mas teve uma apresentação bastante interessante. Sei de nada inocente quando achei que eles falariam dos processadores i3, i5, i7. Só falou-se em HPC (High performance computing) e nos processadores Xeon (Descobri que a pronúncia é “zeon”). Existe um processador Xeon Phi para computação paralela que olha… coisa fina. E teve hardwares desenhados para trabalhar melhor com determinados softwares, além dos próprios softwares que a empresa desenvolve e um brinde útil e bem pensado.

Ao final do evento, o presidente geral da divisão brasileira da empresa disse algumas palavras e frisou a importância daquele evento para o Brasil e para a ciência.

Evento (ou estratégia de marketing se vocês preferirem) show de bola, é o que eu tenho pra dizer!

Publicado por Deyvid Amgarten – Mestrando em Bioinformática pela USP.

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