Sabe aquele negócio maluco chamado TCC que todo mundo já fez ou vai ter de fazer?  O meu foi sobre diversidade, ou seja: sobre os desafios na carreira de um LGBT no mercado da comunicação e os resultados foram decepcionantes demais. Sem surpresas até aqui, infelizmente.Já na minha banca de avaliação, no fim do ano passado, eu recebi o desafio de não deixar essa pesquisa parada em uma prateleira da USP juntando teias de aranha (odeio, eca!) . Desafio aceito!

Então aqui vai a 1ª parte de uma série de 13 posts sobre a participação de LGBTs nas agências de comunicação (e várias outras explicações para você ficar por dentro do assunto!)

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Parte 1 – Conceitos básicos

Explicação nomenclaturas

Quando a gente começa a estudar sobre LGBTs, percebemos que temos de falar de coisas que poderiam ser óbvias, mas que na verdade é a parte mais complexa: as nomenclaturas individuais.

Simplificando, temos 3 principais “classificações” que formam um indivíduo:

– Sexo: É uma classificação biológica relacionada à produção hormonal, à capacidade reprodutiva e às genitálias. Indica como a pessoa foi indicada ao nascer: “macho”, “fêmea” ou intersexual (antigamente: hermafrodita).

– Identidade de gênero: É o gênero com o qual a pessoa se identifica, pode ou não ser igual ao gênero do nascimento. Quando a pessoa nasce com um sexo e se identifica com ele, podemos chamá-la de “cisgênero”, se não, podemos chamá-la de “transgênero”. É aqui também que podemos ter as pessoas não-binárias e as travestis (que apesar de não existir consenso, é geralmente uma classificação marcada por posicionamento político forte e por não se identificar com o masculino-feminino).

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– Orientação sexual (ou afetivo-sexual): Indica por qual sexo/gênero uma pessoa geralmente se atrai. Aqui entram os termos heterossexual, homossexual, bissexual e assexual (não, não é assexuado).

O próximo post, sobre a diferença entre representatividade e diversidade, já está disponível.

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Com amor, GKPB <3

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